P É G A S U S


NOTÍCIAS



Núcleo da Sonda

“A QUEDA DA SONDA”

Os restos da sonda que caíram há dois anos em Corguinho/MS foram achados e filmados pelos repórteres de um canal de TV brasileira e estão agora sendo analisados por um órgão competente do Governo Federal. O núcleo da sonda do tamanho de um limão é uma esfera metálica que parece possuir um circuito de tecnologia diferente. Este núcleo estava dentro de um paredão rochoso, que derreteu a rocha onde ele estava.

Pela primeira vez materiais provenientes de fatos fisicamente acontecidos e relacionados com os “seres”, estão sendo vistos e analisados cientificamente.

O Centro Tecnológico Aeroespacial de São José dos Campos é que está fazendo os exames laboratoriais e já emitiu os primeiros laudos das análises. Este Centro de Pesquisa está dando muito apoio ao Projeto Portal, inclusive para as pesquisas futuras, porque os resultados destas análises estão sendo surpreendentes. Estes laudos científicos, como já foi mencionado, são os primeiros deste tipo e trazem informações de interesse público, que os dimensionais/Projeto Portal devem divulgar. Aqueles que confundem a sonda com um meteorito podem de imediato descartar esta hipótese, porque o meteorito quando entra na atmosfera terrestre forma uma crosta esverdeada (uma casca), que o núcleo da sonda não possuía. Quando um meteorito cai o seu impacto com o solo provoca um som estrondoso, o que também não aconteceu com a sonda, já que ela provocou uma “explosão” (clarão) sem som.

As analises iniciais deste material coletado mostram que ele é de origem desconhecida, apesar dele estar registrado para pesquisa neste órgão do governo federal como restos de um meteorito.

Pelas análises iniciais do material coletado do núcleo da sonda, já sabe que ele não é só composto de ferro e de níquel, que é uma característica dos meteoritos. Ele é também composto de titânio, de silício, oxigênio, traços de vanádio e de manganês. A parte externa do núcleo é totalmente revestida de titânio. Até lítio foi encontrado nele, o que possibilitaria o fornecimento de uma energia permanente à sonda.

Envolvendo toda esta esfera (núcleo) estava presente uma resina, que em laboratório procede como tivesse uma consciência, como tivesse vida e em função da cor âmbar desta resina orgânica ser bastante escura, calcularam que esta sonda era muitíssima antiga. Esta resina, multivibracional, nos exames de laboratório vai se modificando, apresentando alterações mostradas por varias freqüências de ondas. As resinas terrenas sempre se mostram em uma determinada freqüência de onda. Portanto este objeto que caiu em Corguinho/MS apresenta uma tecnologia que não é terrena, porque foi criada com a tecnologia dos “seres”.

Quando o núcleo desta sonda foi encontrado, para que ele não “explodisse”, deveria ser desativado por um dimensional com uma freqüência vibratória compatível com a freqüência da sonda, sem a interferência de uma faixa de freqüência mais baixa. Como um funcionário da rede de TV entrou no campo energético do núcleo, menos de sete metros dele e sua freqüência não era compatível com a freqüência da sonda, aconteceu a “explosão” através de uma labareda de luz, que lançou uma chama a dois metros de distancia. Se o núcleo tivesse sido “desativado” corretamente, o campo eletromagnético no local ficaria inicialmente potencializado, para depois o núcleo ficar igual a uma brasa, derretendo tudo que tivesse perto dele, como em uma fusão radioativa.

Aqueles que estavam no local naquele momento e tocaram no núcleo, ficaram com os seus campos eletromagnéticos potencializados.

Esta sonda que “caiu” deveria ter um laquim pilotando-a, porque ela deveria ter mais ou menos dois metros e meio de diâmetro, já que o núcleo dela media 2,5cm. Cada centímetro do núcleo representava um metro de plasma no corpo da sonda, que antes saia e entrava na terceira dimensão através de portais energéticos.

Os técnicos estão obtendo ainda informações laboratoriais das amostras, já que elas têm material de estudo para mais de dez anos. 

Entretanto, os estudos destas amostras estão fornecendo informações que apenas podem ser medidas, avaliadas e fornecidas por leis físico/químicas, dentro dos “limites de uma ciência da terceira dimensão”.

Apenas uma consciência dimensional que já interage com a quarta dimensão e por “transcender o racional” indo “além do lógico”, com uma “visão/linguagem” ao nível de uma percepção também além dos cinco sentidos humanos, que pode assimilar plenamente estas e outras informações de uma interação entre dimensões.

O dimensional não deve ficar mais circunscrito aos fatos (ao tridimensional), ele deve extrapolá-los. Ele deve também e, sobretudo, procurar as suas respostas além dos fatos.

 

O Lençol queimado, definindo o contorno do corpo

"A VIAGEM"


A viagem por tele-transporte que o Mediador/Decodificador fez consciente para além da terceira dimensão, em setembro/2002, foi segundo as suas próprias palavras: "gratificante, extraordinário e não tenho palavras para tudo aquilo que vi, senti e ainda sinto. Para algumas coisas que vi, desejo que todos algum dia também possam ver, mas em relação a alguns acontecimentos que me foram mostrados sobre o nosso passado e o nosso futuro, desejo que ninguém os veja".

Antes desta sua viagem, na foto de sua aura foram vistos muitos seres energéticos e pouco antes de "sua partida" começou "chover" pedras na sede da Fazenda Boa Sorte - Corguinho/MS, onde ele estava. Este acontecimento sinalizou o início da contagem regressiva para a "sua partida", que já estava há muito tempo programada pelos "seres". Quando da sua estadia neste outro plano, onde nele se manifestou um outro nível de consciência, ele também se sentiu mais leve, mais ágil, com mais energia e com mais disposição.

Esta "sua viagem" não durou os quinze dias como estava anteriormente programada. Em relação ao "tempo" na Terra, ele ficou do "outro lado" cinqüenta horas. Em relação ao "tempo de lá", foi como ele tivesse ficado três meses e oito dias e neste período ele recebeu várias informações.

No momento de "sua passagem", como ele estava deitado, o seu corpo ficou definido no lençol queimado através de manchas que também apareceram no teto de madeira do seu quarto, dando impressão que no momento do seu tele-transporte, o seu corpo físico estivesse "derretido". Para que acontecesse este momento, foi exigido dele muita preparação e que naquele exato momento da "sua passagem" estivesse sozinho, porque se ele estivesse com uma outra pessoa, ela não iria suportar a energia que irradiou naquele local, naquele instante. Ele só entendeu isto, quando ao "voltar", viu ao lado do seu corpo um inseto (abelha), literalmente "torrado".

No momento da "sua passagem" ele não sentiu dor e nem ficou em estado febril. Ele estava deitado, lendo um livro, quando percebeu um flash de luz violeta e logo a seguir teve a sensação que um caminhão tivesse passado por cima do seu corpo e também que as suas articulações estivessem estalando. Ele então, sentiu que foi levado fisicamente para cima por uma luz, mas, já dentro de um objeto (nave plasmada).

Neste seu processo de tele-transporte o seu corpo físico transformou em plasma, para que pudesse conscientemente interagir com a quarta dimensão.

Já neste plano ele foi colocado em uma espécie de tubo que parecia feito de um plasma, onde ficou deitado. O "short" que ele estava usando naquele momento desmaterializou nesta outra dimensão e em volta do seu corpo foi "plasmada" uma vestimenta de cor prateada/fosca, como tivesse feita com um tecido vivo, porque tinha a mesma temperatura de seu corpo. Ele ficou durante toda a sua "viagem" com esta vestimenta.

Naquele momento as cores percebidas em sua volta não eram definidas, porque eram confundidas com o plasma da nave.

Neste outro plano ele foi recebido por um ser de olhos claros, cabelos louros e castanhos, com dois metros e vinte centímetros de altura, mais ou menos.

Logo que ele saiu do "tubo de luz", foi informado a respeito do passado, do presente e do futuro da Terra, o trabalho de cada dimensional/Projeto Portal e o que pode acontecer de um modo geral com o Universo.

Em determinado momento ele pôde observar também um segundo ser com cerca de um metro e oitenta centímetros de altura, que irradiava literalmente luz, mais luz do que o primeiro ser de dois metros e vinte centímetros de altura.

Este segundo ser tinha uma silhueta dourada, que irradiava também uma luz dourada, que não ofuscava os olhos. Ele não falava, mas marcava a sua presença tanto pela serenidade que transmitia como pela firmeza do seu olhar. Em sua face, a sua boca, o seu nariz e os seus olhos não eram bem definidos e o seu corpo era apenas uma silhueta de luz imitando o corpo humano. Portanto, a sua marcante presença não era sentida e percebida pelos aspectos da forma, mas pela serena energia que dele irradiava. A sua presença silenciosa e ao mesmo tempo inesquecível marcou intensamente o Mediador/Decodificador e apesar de que naquele plano não se expressar emoção, ele guarda muito bem em sua memória todo um sentimento de bem estar oriundo da luz que vibrava naquela silhueta e principalmente, da Energia Crística que ela irradiava.

Nesta sua viagem para além da terceira dimensão, ele não "desceu" em nenhum lugar, porque ficou o tempo todo dentro da "nave" plasmada. Mas, através dela ele pôde ver tudo o que lhe foi permitido ver.

À medida que ele foi passando por outros sistemas solares, já com uma consciência/percepção não mais da terceira dimensão, os "seres" foram lhe passando muitas informações e determinadas fórmulas ligadas à física quântica e à ciência oficial de um modo geral, só chegarão aos cientistas daqui uns dez anos.

Durante a sua viagem, o seu alimento foi em forma de tabletes, mas o dimensional que tiver condições vibratórias necessárias, poderá através de seu pensamento (forma-pensamento), plasmar outros tipos e formas de alimentos.

Durante todo o "tempo" que durou a sua "viagem" ele não precisou fazer suas necessidades fisiológicas e quando o indivíduo/dimensional vem de um plano mais denso, é feita em seu corpo uma "limpeza energética".

Entre os seres destes planos mais sutis existe uma Organização, com um Sistema de Governo formado por Conselhos. Neles, todos se expressam igualmente, sem regras, sem proibições e cada um é o seu próprio juiz.

Esta "viagem" era para ser feita em março de 2000, portanto, ela aconteceu com dois anos de atraso, porque alguns trabalhos vibracionais que deveriam ter sido feitos anteriormente para que ela acontecesse, não foram feitos.

Quando ele "voltou", ele "desceu" da mesma maneira que ele foi "levado". A mesma luz que "o levou", "o trouxe" de volta, deixando-o em cima da sua cama, na mesma posição quando de "sua partida".

De agora em diante é com a Energia Crística que os dimensionais Projeto/Portal vão trabalhar e de acordo com o exercício que os "seres" passaram, tudo que for "tocado" pelos dimensionais será uma energia alquímica de transmutação e o que eles estabelecerem como "religioso" será transformado em sagrado.

 


EQUIPE ZIGURATS BRASIL
Primeira expedição


A primeira expedição do Projeto Portal que aconteceu entre março e abril de 2004 para a Amazônia, teve como objetivo desenvolver novos conceitos sobre a origem do homem e ao tentar elucidar a “pré-história brasileira”, mostrar que ela antecedeu às antigas civilizações do Egito e da China.

Portanto, as pesquisas de campo naquela parte do território brasileiro foram no sentido de encontrar evidencias de civilizações pré-colombianas de aproximadamente 25.000 AC., seguindo vestígios encontrados em cavernas, através de pinturas rupestres, de artefatos e de símbolos ainda não conhecidos dos estudiosos da arqueologia mundial e que são provavelmente apenas encontrados nestes sítios arqueológicos da selva amazônica.

As inscrições encontradas nesta região são do período pré-colombiano, que foram deixadas por civilizações muito avançadas, na forma de mensagens bastante inteligentes.

Algumas destas inscrições, entre outras, são do alfabeto dos extraterrestres conhecido em toda a galáxia, que simbolizam a divindade e outras estão relacionadas às entradas intraterrenas e à reprodução humana.

As informações que estas inscrições transmitem são tão avançadas, que não poderiam ter originado dos povos que já habitaram aquela região, que atualmente constitui parte do Estado de Rondônia e que poderá transformar em um dos maiores e mais importantes sítios arqueológicos do mundo. Os resultados destas novas descobertas serão publicados brevemente.

Nesta parte do território brasileiro existem ruínas abandonadas no meio da selva, que sobre elas os portugueses posteriormente ergueram as suas fortificações militares.

As construções muito mais antigas onde estão assentadas as ruínas destas fortificações foram feitas através de uma tecnologia superior, que às vezes mostram um trabalho com esquadro, alinhamento e prumo totalmente perfeitos.

Debaixo destas ruínas existem túneis e outras construções como os que existem no Forte Príncipe da Beira, construído provavelmente em 1776 na margem do rio Guaporé pelos portugueses e que atualmente está localizado no município de Costa Marques/RO.

Nas ruínas deste forte existe no seu subsolo um poço de aproximadamente seis metros de profundidade, dividido em dois patamares. No primeiro patamar tem uma sala arredondada com teto abobadado com degraus nas laterais, provavelmente construído pelos portugueses, com o objetivo esconder alguma saída lateral.

Ainda ao nível deste primeiro patamar existe também um pequeno túnel com medidas simetricamente perfeitas que só poderiam ter sido feitas por um aparelho semelhante ao atual laser. Esta abertura no meio do piso do primeiro patamar comunica com um segundo patamar mais abaixo.

Dois participantes desta expedição estiverem no segundo patamar e sentiram debaixo dos seus pés, que o seu piso parece lacrar a passagem para outros pavimentos e salões ainda mais abaixo.

Até o presente momento a pesquisa realizada pela expedição do Projeto Portal foi apenas interpretativa, já que ela está em sua fase inicial de coletas de dados. Alguns integrantes desta equipe fotografaram e filmaram locais, ruínas e objetos coletados, para comparações futuras.

Esta primeira expedição formada por vinte e seis dimensionais dos diversos núcleos/Projeto Portal, além da visitação aos sítios arqueológicos já conhecidos, teve também como objetivo:

a) - através de informações dos moradores da região descobrir outros sítios arqueológicos ainda desconhecidos;
b) - visitar os fortes hoje ocupados pelos militares brasileiros, que segundo informações de diversas fontes, foram construídos sobre ruínas de antigas construções portuguesas, erguidas pelos jesuítas sobre ruínas ainda mais antigas de templos pré-colombianos;
c) - coletar artefatos e objetos já encontrados pelos nativos da região, que são possíveis provas antropológicas de civilizações pré-diluvianas;
d) - coletar amostras de plantas medicinais e enviá-las para laboratórios especializados, em uma parceria com alguns integrantes da expedição;
e) - catalogar novas espécies de insetos e de animais ainda não conhecidos.

Esta expedição iniciou em 16/03/2004, saiu de Campo Grande/MS, percorreu mais de 3.000Km, passou por várias cidades e terminou em 04/04/2004, na cidade de Gi-Paraná.

Ela teve a colaboração do Comando Militar da Amazônia, através da sua 17a. Brigada de Infantaria, do seu 6o. Batalhão de Infantaria da Selva e do seu 1o. Pelotão de Fuzileiros da Selva Destacado que monitorou na selva os integrantes da expedição e também, das Prefeituras de Costa Marques, de Alvorada do Oeste, de Presidente Médici, de Pimenta Bueno e do SEDAM, todos eles no Estado de Rondônia.

Os integrantes da expedição Projeto Portal foram ainda auxiliados por muitas pessoas daquela região, que com muito carinho relataram historias e fatos vividos por elas e por seus ancestrais, fornecendo pistas e sugerindo locais para futuras pesquisas.

Abaixo fotos fornecidas pelos participantes desta expedição que registraram alguns momentos vividos por eles:

1 - Forte Príncipe da Beira.
Costa Marques/RO - Brasil.

 

2 - A expedição deslocando-se pela selva amazônica e peças arqueológicas de um povo que já viveu naquela região do Estado de Rondônia.

 

3 - Gravuras rupestres semelhantes a outras encontradas em determinadas regiões do Continente Americano.
Riachuelo - Município de Presidente Médici/RO.

 

4 - Gravuras rupestres que lembram homem, mulher e espermatozóide.
Riachuelo - Município de Presidente Médici/RO.

 

5 - Gravuras rupestres que representam o alfabeto extraterrestre.
Municípios de Presidente Médici (Riachuelo) e Costa Marques - Rondônia.

 

6 - Gravuras rupestres que representam símbolos extraterrestres.
Municípios de Presidente Médici (Riachuelo) e Costa Marques - Rondônia.

 

7 - Um local especial sinalizado pelos ultras.
Brasilândia/RO.

 

 


EQUIPE ZIGURATS BRASIL
Segunda expedição


A Equipe Zigurats Brasil em sua segunda expedição foi formada por participantes dos vários Núcleos/Projeto Portal, saiu de Campo Grande em 03 de julho de 2005 com "garra" e com o espírito de equipe para o coração da floresta amazônica, no intuito de desvendar em Rondônia e se possível, também na Bolívia, os mistérios da origem do homem.

Depois de dois dias de viagem após o seu inicio, os participantes desta expedição tiveram que dirigir para Cuiabá/MS, para que pudesse ali ser trocado o pára-brisa do ônibus em que estavam viajando, porque ele tinha rachado.

Com o pára-brisa do ônibus trocado toda a equipe seguiu para Ji-Paraná/RO, pernoitando nesta cidade. Na parte da manhã, já no dia 7 de julho de 2005, parte da expedição seguiu para Porto Velho/RO e outra ficou para dar entrevista a uma rede de televisão local e também para pesquisar mediante informações de moradores dali algumas marcas/inscrições em baixo relevo em grandes pedras na beira de um rio que existe naquela região e que provavelmente foram deixadas por indígenas, após atritar nestas grandes pedras as suas ferramentas. Entretanto, como estas marcas nestas pedras foram feitas em formas de cortes muito perfeitos e dispostos de maneiras diferentes um ao lado do outro, deixaram nos membros da expedição a indagação que instrumento especial era aquele que os fez. Nesta ocasião foram ainda analisadas algumas machadinhas feitas de pedras, que são ali encontradas comumente.

Os participantes da expedição que foram para Porto Velho/RO, tiveram um contato com o Governador do Estado e nesta ocasião alguns deles explicaram para o Governador que a finalidade da expedição era a de fazer um levantamento daquela região do Brasil e, ao pesquisar a presença de uma civilização anterior ao dilúvio, pudesse encontrar ali artefatos e construções antigas escalonadas (pirâmides), entre outras descobertas. Explicaram ainda que a expedição não retira e não leva do local os artefatos encontrados, apenas os filma e os fotografa para a sua comprovação física, preservando-os onde estão e, portanto, conservando-os na região, onde existiu um povo com tecnologia muito mais avançada que a nossa de acordo com os indícios levantados pela primeira expedição.

O Governador entendeu o verdadeiro sentido da expedição. Deu boas vindas à equipe e pôs à disposição dela os órgãos do governo estadual, quando fosse necessário. E, toda a equipe neste instante já reunida em Porto Velho e já descansada, partiu para Abunã/RO, chegando neste lugarejo após quatro horas de viagem.

Abunã é ainda um distrito com uma única e comprida rua para os seus poucos moradores, que vivem com simplicidade e que recebeu com cordialidade os membros da expedição. Distante oito quilômetros deste lugarejo e já na divisa do Estado do Acre existe o local de embarque e de desembarque pelo Rio Madeira, que são feitos por uma grande balsa e foi para lá que a expedição depois de quatro horas de viagem e já com certo atraso se dirigiu, mas, não pôde fazer a travessia naquele momento, porque os indivíduos contratados para conduzi-la por terra no outro lado do rio, tinham ido embora. Então, a Equipe Zigurats Brasil voltou para Abunã.

Neste local os membros da expedição hospedaram no pequeno e único hotel existente e foi dali que a expedição fez o seu ponto de partida para alcançar a serra que estavam procurando. Depois de jantarem e de confraternizarem, eles foram dormir, para que já descansados pudessem continuar a jornada no dia seguinte pela manhã.

No outro dia a equipe conseguiu mais informações sobre a procurada Serra da Muralha, que tem este nome, porque em uma determinada parte dela sobre uma imensa pedra existe uma muralha feita pelas mãos de seus antigos habitantes, que pertenceram a uma civilização já perdida na curva do tempo.

Já em outro dia, enquanto o grosso da expedição se preparava para adentrar à densa floresta amazônica em busca da Serra da Muralha, dois dos seus participantes foram de barco pelo Rio Madeira a um local relativamente perto dali de acesso perigoso conhecido com o nome de Cachoeira dos 3S, para ver algumas inscrições/marcas talhadas de maneira precisa em algumas pedras ao longo do Rio Madeira que depois de vistas, foram atribuídas aos lemurianos ou mesmos aos extraterrestres.

Portanto, já manhã seguinte do dia 09/07/2005, depois de quase uma semana de viagem, finalmente a expedição bem equipada seguiu em pequenos barcos pelo leito do Rio Madeira em busca da Serra da Muralha, com o auxilio agora do Exercito Brasileiro através de um militar especialista em primeiros socorros e de um outro militar especialista em sobrevivência na selva. A expedição foi buscar em um determinado ponto na margem deste rio, o início da trilha que a levaria à muralha que estava procurando.

Nesta sua primeira tentativa os participantes da expedição seguiram uma trilha dentro da floresta que acharam naquele momento fosse à correta e pararam já final da tarde, para acamparem ao lado de um igarapé dentro da floresta e depois de aberta uma clareira, armaram as suas barracas e as suas redes em volta de uma fogueira. Ali alimentaram, descansaram e programaram ações posteriores.

No dia seguinte os participantes da expedição já descansados, boa parte dela continuou no acampamento, enquanto um grupo em torno de vinte indivíduos partindo pela manhã continuou em busca da trilha que o levaria à muralha e nesta condição de procura o grupo ficou dois dias dentro da selva. Mas, como esta trilha não foi encontrada este grupo optou por voltar (em 11/07/05) para junto daqueles que tinham permanecidos acampados perto do igarapé. Daí, esta parte da expedição novamente reunida regressou para Abunã, para posteriores descobertas de novas trilhas.

Neste lugarejo os dois militares do Exército Brasileiro que até então estavam acompanhando expedição, se desligaram dela, recebendo o carinho, o agradecimento e o reconhecimento dos seus participantes pelo correto profissionalismo de suas ações.

Depois desta despedida a equipe foi à fronteiriça Guayaramerin, que é a "extensão" boliviana da brasileira Guajará-mirim/RO, para conhecer o seu povo e a sua cultura.

O território boliviano é muito pouco explorado em pesquisas arqueológicas por falta de recursos financeiros, portanto, muitos segredos ainda estão para serem descoberto-retirados de suas densas florestas e de seu solo.

Nesta ocasião a expedição teve o apoio da Marinha da Bolívia, que a cedeu um ônibus para levá-la à vila chamada de Cachoeira Esperanza, que já foi um próspero entreposto para a exportação de borracha e que hoje é uma pequena e quieta vila com 1.500 habitantes à beira do Rio Beni.

A finalidade da Equipe Zigurats nesta região foi, sobretudo, achar a Caverna dos Toths, mas, como ela não teve transporte apropriado para chegar ao local previsto, os seus participantes resolveram ficar apenas nesta vila boliviana para alimentarem e depois conhecê-la. E, só à tarde voltaram para Abunã/RO para que a partir dali em uma segunda tentativa através de uma outra trilha, pudessem chegar à Serra da Muralha.

Portanto, já instalados em Abunã parte da equipe ficou neste lugarejo, com a finalidade de realizar uma festa para as crianças em um trabalho de integração com a comunidade. A outra parte da equipe seguiu em sua segunda tentativa para o local, que há muito estava sendo procurado.

Nesta segunda busca este grupo teve dificuldade de continuar a sua caminhada, porque deveria passar por uma propriedade particular e esta passagem não foi inicialmente consentida e só depois de esclarecida a finalidade da expedição, a passagem não só foi permitida como também o pernoite do grupo naquele local foi autorizado. Nesta ocasião, em 18/07/05, alguns participantes deste grupo aproveitaram para conhecer uma bela caverna que era moradia de milhares de morcegos. E, nesta propriedade/fazenda este grupo se instalou com suas barracas e redes ao lado de uma pequena casa de uma humilde moradora do local e, foi a partir dali, que ele partiu para tentar novamente descobrir a trilha que o levaria à muralha. Depois de dois dias subindo a serra nesta tentativa sem sucesso de encontrar o local correto e com o sentimento de frustração já contaminando todo o grupo, ele voltou para Abunã.

Quando todos os participantes da Equipe Zigurats Brasil estavam saindo de Abunã, já para atravessar o Rio Madeira através da balsa de volta às suas residências, veio de barco um mateiro anteriormente contratado e já em terra correndo, disse para a equipe, que desta vez tinha encontrado a trilha certa para a Serra da Muralha.

Então, quase toda a equipe subiu de novo em pequenos barcos o Rio Madeira conduzida por este mateiro e orientada pelo GPS, para que nesta terceira e ultima tentativa pudesse finalmente trilhar o caminho correto, que a levaria a tão ansiosamente desejada Serra da Muralha e nesta trilha depois de uma caminhada de quatro horas, parou para alimentar e descansar um pouco.

Este grupo alimentado e descansado reiniciou a sua caminhada por algum tempo dentro da selva e depois de finalmente escalar o topo de uma elevação às 17h00min do dia 20 de julho de 2005, pôde ver com bastante satisfação mesclada com muito alivio a muralha a 140 metros acima do nível do mar, que o Instituto do Patrimônio Histórico Brasileiro diz ser apenas uma construção pré-colonial.

Esta muralha circular é edificada com lajotas circulares em uma aérea de 11.300 metros quadrados e está em uma região onde já existiu uma civilização pré-colombiana ou mesmo pré-diluviana.

Desta experiência ficou o aprendizado para a Equipe Zigurats Brasil - Segunda Expedição, que na tentativa de descobrir o passado, para entender o futuro, às vezes, é no último momento do último dia, depois de testado o espírito de equipe de seus participantes como um só "Corpo de Energia", que ela consegue achar o que procura através de muita persistência e de muita perseverança.

E, no incio do mês de julho de 2006 sairá a Terceira Expedição Equipe Zigurats Brasil rumo à Amazônia em busca de provas mais concretas da existência de uma civilização muita antiga, que foi construída por um povo conhecido como as Amazonas e que deixou marcas de sua presença através de seus artefatos e do que restou de suas construções. Agora, mais que as duas expedições anteriores esta terceira expedição que durará dezessete dias, já de posse de informações mais precisas/direcionadas, está consciente da necessidade de buscar nas evidências físicas as provas definitivas.

Abaixo imagens que foram tiradas do DVD 2ª. Expedição Equipe Zigurats Brasil e que registraram alguns momentos vividos pela equipe:

1 - A Equipe Zigurats Brasil em sua segunda expedição foi formada por participantes dos vários Núcleos/Projeto Portal, saiu de Campo Grande em 03 de julho de 2005 para o coração da floresta amazônica, para desvendar em Rondônia e se possível, também na Bolívia, os mistérios de uma civilização muito antiga. E, depois de dois dias de viagem após o seu inicio, os participantes desta expedição tiveram que dirigir para Cuiabá/MS, para que pudesse ali ser trocado o pára-brisa do ônibus em que estavam viajando, porque ele tinha rachado.



2 - Com o pára-brisa trocado toda a equipe seguiu para Ji-Paraná/RO, pernoitando nesta cidade. Na parte da manhã, já no dia 7 de julho de 2005, parte da expedição seguiu para Porto Velho/RO e alguns outros participantes ficaram para dar entrevista a uma rede de televisão local, investigar também algumas marcas/inscrições em baixo relevo em grandes pedras na beira de um rio que existe naquela região e pesquisar ainda alguns artefatos.


3 - Os participantes da expedição que foram para Porto Velho/RO, tiveram um contato com o Governador do Estado e nesta ocasião alguns deles explicaram para ele, que uma das finalidades da expedição era encontrar o que restou de uma antiga civilização com tecnologia muito mais avançada que a nossa, de acordo com os indícios levantados pela primeira expedição. O Governador entendeu o verdadeiro sentido da expedição, deu boas vindas à equipe e pôs à disposição dela os órgãos do governo estadual, quando fosse necessário.


4 - A Equipe Zigurats Brasil depois de descansar em Porto Velho partiu para Abunã/RO, chegando neste distrito após quatro horas de viagem. Abunã é um lugarejo com uma única e comprida rua para os seus poucos moradores e distante dele oito quilômetros, já na divisa do Estado do Acre, existe o local de embarque e de desembarque pelo Rio Madeira, que são feitos por uma grande balsa.


5 - Neste local os membros da expedição hospedaram no pequeno e único hotel existente e foi dali que a expedição fez o seu ponto de partida para alcançar a serra que estavam procurando. Depois de jantarem e de confraternizarem, eles foram dormir, para que já descansados pudessem continuar a jornada no dia seguinte pela manhã.


6 - Já em outro dia, enquanto o grosso da expedição se preparava para adentrar à densa floresta amazônica em busca da Serra da Muralha, dois dos seus participantes foram de barco pelo Rio Madeira a um local relativamente perto dali, mas, de acesso perigoso conhecido com o nome de Cachoeira dos 3S, para ver algumas inscrições/marcas talhadas de maneira precisa em algumas pedras ao longo do Rio Madeira que depois de vistas, foram atribuídas aos lemurianos ou mesmos aos extraterrestres.





7 - Portanto, já na manhã seguinte, no dia 09/07/2005, depois de quase uma semana de viagem, finalmente a expedição bem equipada seguiu em pequenos barcos pelo leito do Rio Madeira em busca de um determinado ponto de sua margem, o início da trilha que a levaria à da Serra da Muralha e com o auxilio agora do Exercito Brasileiro através de um militar especialista em primeiros socorros e de um outro militar especialista em sobrevivência na selva.


8 - Nesta sua primeira tentativa os participantes da expedição seguiram uma trilha dentro da floresta, que naquele momento acharam fosse à correta e já cansados depois de muitas horas de caminhada acamparam no final da tarde ao lado de um igarapé dentro da floresta, armaram em uma clareira as suas barracas, dependuraram as suas redes em volta de uma fogueira, alimentaram e depois de descansados, programaram ações posteriores.




9 - No dia seguinte os participantes da expedição já descansados, boa parte dela continuou neste acampamento improvisado, enquanto um grupo em torno de vinte indivíduos partindo pela manhã continuou em busca da trilha que o levaria à muralha e nesta condição de procura o grupo ficou dois dias perambulando pela selva.


10 - Mas, como a trilha correta não foi encontrada, este grupo que já estava dois dias dentro da selva, optou por voltar (em 11/07/05) para junto daqueles que tinham permanecidos acampados perto do igarapé. Dali, esta parte da expedição novamente reunida regressou para Abunã e neste lugarejo os dois militares do Exército Brasileiro que até então estavam acompanhando expedição, se desligaram dela, recebendo o carinho, o agradecimento e o reconhecimento dos seus participantes pelo correto profissionalismo de suas ações. Depois desta despedida a Equipe Zigurats Brasil foi à fronteiriça Guayaramerin, que é a "extensão" boliviana da brasileira Guajará-Mirim/RO, para conhecer o seu povo e a sua cultura.


11 - Nesta ocasião a expedição teve o apoio da Marinha da Bolívia, que a cedeu um ônibus para levá-la à vila chamada de Cachoeira Esperanza, que já foi um próspero entreposto para a exportação de borracha e que hoje é uma pequena e quieta vila com 1.500 habitantes à beira do Rio Beni. A finalidade da Equipe Zigurats Brasil nesta região foi, sobretudo, achar a Caverna dos Toths, mas, como ela não teve transporte apropriado para chegar ao local previsto, os seus participantes resolveram ficar apenas nesta vila boliviana para que pudessem alimentar e conhecê-la.


12 - A Equipe Zigurats Brasil depois que veio de Cachoeira Esperanza e já em Abunã, parte dela ficou neste lugarejo, com a finalidade de realizar uma festa para as crianças em um trabalho de integração com a comunidade. A outra parte da equipe seguiu em uma segunda tentativa para achar o local, que há muito estava sendo procurado.


13 - Nesta sua segunda tentativa de encontrar a muralha, em 18/07/05, esta parte da equipe que deslocava pela selva, aproveitou para conhecer uma bela caverna, que era a moradia de milhares de morcegos.


14 - Depois de dois dias subindo a serra dentro da selva, na sua segunda tentativa sem sucesso de encontrar a trilha correta para a muralha e com o sentimento de frustração já contaminando todo o grupo, ele voltou para Abunã. E, quando toda a Equipe Zigurats Brasil estava saindo de Abunã, preparando-se para atravessar o Rio Madeira através da balsa de volta às suas residências, veio de barco um mateiro que tinha sido anteriormente contratado e já em terra correndo, disse para a equipe, que desta vez tinha encontrado a trilha certa para a Serra da Muralha.


15 - Então, quase toda a equipe subiu novamente em pequenos barcos o Rio Madeira levada por este mateiro e orientada pelo GPS, para que nesta terceira e ultima tentativa pudessem finalmente trilhar o caminho correto, que a levaria a tão procurada/desejada Serra da Muralha e já nesta trilha caminharam quatro horas.



16 - A equipe depois que caminhou quatro horas dentro da selva, ela parou, alimentou e depois que descansou, reiniciou a sua caminhada, para que pudesse momentos depois, escalar com bastante satisfação mesclada com alivio o topo de uma elevação às 17h00min do dia 20 de julho de 2005.


17 - Em cima desta elevação a Equipe Zigurats Brasil Segunda Expedição pôde finalmente, ver a muralha que a 140 metros acima do nível do mar, está edificada com lajotas circulares em uma aérea de 11.300 metros quadrados, localizada na região onde já existiu uma avançada civilização pré-colombiana ou mesmo pré-diluviana, mas, que o Instituto do Patrimônio Histórico Brasileiro diz ser apenas os escombros de uma construção pré-colonial.



 


Investigação
Possível OVNI em Santa Maria/ES


Equipe de pesquisadores paracientíficos do Projeto Portal esteve neste domingo (1º/02/09) na propriedade Recanto da Mata, do casal Jaime Paschoal Lucas e Rita Arlinda de Moraes Freitas, no município de Santa Maria, cidade da região serrana do Espírito Santo.

Eles foram investigar vestígios deixados por uma luz brilhante que surgiu na noite do dia 15 de janeiro, após um grande estrondo na mata e um barulho semelhante a algo se chocando violentamente no chão.

A equipe do Projeto Portal ouviu o relato de Jaime. Segundo ele, o barulho ocorreu por volta das 21 horas na mata a uns 150 metros da propriedade. Naquela noite não havia vento nem chuva e nenhum outro som foi ouvido após o intenso barulho, mesmo com a presença constante da luz.

Após o barulho, o casal percebeu a aparição da luz, que era branca e densa e não se propagava, embora o chão permanecesse todo o tempo iluminado. Poucos minutos depois da aparição, a luz começou a piscar e a andar pelo mato, cerca de três metros para cada lado do ponto inicial onde havia aparecido.

Eles acreditaram na queda de algum avião e com medo de uma explosão, não se aproximaram do local. No entanto, para melhor investigar, Jaime subiu o morro localizado ao lado de sua casa, onde poderia avistar melhor o local. Percebendo que a luz piscava, jogou o foco de sua lanterna, quando a luz parou de piscar.

Conforme ele relatou aos pesquisadores do Projeto Portal, a visão que teve quando estava no morro era de um holofote que emitia luz intensa e branca, e esta luz chegava próxima ao chão, e emitia raios vermelhos. A luz era tão intensa, que para ele era como se houvesse ali uma “cidade inteira” em luz.

Ainda conforme as explicações de Jaime, a luz se manteve circular, mas quando percebeu, ao olhar por cima das árvores, formou-se um tubo circular de cerca de dois metros de diâmetro, emitido por um circulo de luz mais acima. Toda a formação flutuava sobre as arvores, fazendo evoluções. Logo após as evoluções, o círculo de luz subiu.

Dando a sensação de redemoinho, e desapareceu frente aos seus olhos. No mesmo momento, Rita, sua esposa, que estava perto da mata, a 120 metros do local, também gritou que a luz havia desaparecido. Toda interação do casal com a luz durou cerca de 40 minutos.

Após o desaparecimento da Luz

Ao término da emissão de luz, preocupados com um provável acidente aéreo, o casal contatou o corpo de bombeiros, que com muita dificuldade chegou ao sitio. Com a escuridão da mata, e sem gerador, desistiram da busca e voltaram no dia seguinte cedo para maior investigação.

A Luz não voltou mais a aparece e ao amanhecer do dia seguinte, os bombeiros retornaram ao local, fazendo uma trilha até o suposto local. Foi quando eles localizaram uma clareira formada e nela um tronco quebrado de três metros de altura. Jaime acredita que o barulho que escutou foi da árvore quebrando e caindo no chão.

Acima da árvore caída, se formou um ninho de folhas, terra e pedras a quatro metros do chão, que antes não existia. Este ninho tem dois metros de diâmetro, que ele julga ser do tamanho do circulo de luz que viu na noite anterior.

As amostras colhidas da vegetação do ninho pela equipe do Projeto Portal para análise posterior apresentam sinais de queimadura e ressecamento excessivos na parte de baixo, e acima, formou-se de um dia para outro, um perfeito jardim de folhas verdes claras e vegetação diferente das folhas de bambu que formam a parte debaixo do ninho (dentro do ninho há vestígios de terra, pedras, muito firme e trançado).

Uma semana após o evento, outra formação circular de folhas entrelaçadas apareceu no chão, dois metros de distancia do primeiro, mas somente com folhas de bambu – cerca de 1,5 metro de diâmetro, com 80 cm de profundidade.

Os bombeiros quando retornaram para investigação na manhã seguinte, acreditavam que poderiam encontrar um avião que estava na região e havia se perdido. O pouso do avião estava previsto às 21 horas da noite anterior em Guarapari, porém de acordo com informações posteriores dos bombeiros, pousou 12 horas depois do previsto, às 9 horas. Seguindo informação do Cindacta de Brasília, o avião não comunicou o pouso no momento, e foi emitido apenas um alerta de investigação para a região, cancelado após a confirmação tardia do pouso no dia seguinte.

O local

A propriedade rural Recanto da Mata fica numa região serrana e num vale verde, junto a várias nascentes, e seus proprietários Rita Arlinda Moraes de Freitas, 33 anos e Jaime Paschoal Lucas, 62 anos moram há 15 anos e nunca viram nada semelhante anteriormente.

O Recanto da Mata localiza-se numa encosta, a cinco km da propriedade mais próxima, possuindo uma reserva natural ao lado de sua residência, local onde a luz apareceu.

A noticia se espalhou na região e neste domingo (01), 17 dias após o evento, mais de 200 pessoas se dirigiram ao Recanto da Mata para visualizar o local. Este evento foi investigado e noticiado no jornal de Vitória (ES), “A Tribuna”. Todo o material recolhido pelos pesquisadores ufólogos será analisado em laboratórios especializados.

Imagens/texto do Site www.ufotvonline.com.br

 


O Projeto Portal no III Encontro de Metafísica
Possível Uma Nova Visão da Realidade


Cerca de duas mil pessoas estiveram no Uberlândia Clube, em Uberlândia (MG), participando do III Encontro de Metafísica do Triangulo - Uma Nova Visão da Realidade, realizado nos dias 21 e 22 de março de 2009. O Encontro acontece anualmente, e é organizado pelo Instituto Seva (Solidariedade e Valores Humanos em Ação).

A intenção de conscientizar e despertar muitos através de informações na área cientifica e metafísica. O trabalho é filantrópico, e o ingresso foi 2 kg de alimentos básicos, arrecadando 2500 kg de alimentos que serão repassados a instituições de Uberlândia.

Os temas foram abordados numa linguagem universal de fácil entendimento, assuntos sobre o mundo quântico, a energia na diversidade multiuniversal, e na unidade entre tudo e todos que nos revela novos paradigmas do ser físico, mental, integral e auto transformador. Uma Nova Visão da Realidade tem o objetivo de ampliar o conhecimento através do desenvolvimento da mente e seus sentidos, indo muito além do que a percepção dos cinco sentidos humano permite. Vai comprovar que a terceira, quarta e quinta dimensões atuam paralelas e conjuntamente na vida humana e que é possível conduzir com criatividade e sabedoria nossas existências terrenas.

O Encontro de Metafísica apresentou um grupo de palestrantes dimensionais que se dedicam a estudar em busca de um entendimento cada vez mais abrangente das leis cósmicas existentes no macro e no micro cosmos. Durante o evento este conhecimento dos novos paradigmas, forma difundidos embasados em fatos, pesquisas científicas assomando-se aos conhecimentos e experiências pessoais de cada palestrante, revelando sua mensagem cósmica em favor do entendimento e da unidade. Com a proposta do desenvolvimento contínuo e gradual da consciência. O que possibilita a efetiva transformação individual e social, que sabemos, só pode ocorrer de dentro para fora de cada um de nós, em benefício do coletivo.

O tema deste ano foi "Uma nova visão da realidade" apresentando as seguintes palestras:

Teodoro Gimenez "A ciência e a Consciência", mostrou cientificamente a existência de mundos paralelos e a integração da física quântica e as terapias holísticas.

Rosana Batarelli "As sete profecias Maias e 2012"; mostrando a tecnologia e o conhecimento da civilização Maia, que repentinamente desapareceu da face da Terra deixando um grande legado para a humanidade, o calendário maia. Ana Elisa Pavão, "Linhas da vida - Como criar seu destino"; falou sobre o pensamento, desejo e vontade, sobre as placas e sobre como utilizar as emoções objetivando criar o nosso futuro; Dr.Carlos Magno Ramos "Tempos de mudanças internas e externas", mostrou o campo eletromagnético de cada pessoa ou aura humana através de tecnologia, captar este campo eletromagnético, visualizando através da TV e os efeitos das emoções sobre a mesma e o que a palavra contendo emoção causa na aura humana em tempo real. E Cássio Ropelato "Medicina da Alma"; falou sobre as novas modalidades de cura e a cura através da imagem terapia.

Na ultima palestra ouve um bate papo entre, Carlos Magno , Ana Eliza, Rosana Batarelli e Teodoro Gimenez.

Todas as palestras foram gravadas e os DVD's estão disponíveis aos dimensionais, contate o seu núcleo.

Durante o encontro foi lançado o livro de bolso "A Vida em Linhas", com a presença das co-autoras, Ana Eliza Pavão, Rosana Batarelli, Eliane do Canto e Alessandra Ossilieres, que falaram como realizar esta façanha utilizando-se das emoções, em dois lugares diferentes, na Livraria Nobel na noite do dia 20 de Março e no dia 21 e 22 no III ENCONTRO DE METAFÍSICA DO TRIÂNGULO" , os livros se esgotaram durante os eventos, registrando-se inédita solicitação de encomenda pelas Livrarias.

Nos dois dias realizaram-se palestras no salão principal do Uberlândia Clube, enquanto que nas demais dependências os participantes do evento podiam adquirir livros, roupas, diversos produtos artesanais, participar de terapias alternativas, além de alimentação.

E Vania Vilela, presidente do Instituto SEVA, disse que para o próximo evento, tem a intenção de ampliar os trabalhos, fazendo um fórum, aumentando o número de palestras e de atendimentos.



 


A festa para as crianças


A festa para as crianças que aconteceu no mês de outubro de 2009, na Fazenda Hotel Projeto Portal, foi uma experiência especial e diferente para os dimensionais presentes, que se mostraram muito atuantes de varias maneiras.

Antes da festa propriamente dita todos se envolveram na pintura dos banheiros e dos alojamentos. Fizeram varredura e limpeza de vários locais. Ainda organizaram e prepararam alimentos que seriam consumidos. Portanto, aconteceu uma atividade intensa através do empenho e da colaboração de todos os presentes, para que este evento tornasse um sucesso. Este momento foi um grande teste para todos, quando tiveram que sair da teoria e partir para a prática – para ações concretas em busca de um mesmo objetivo.

Neste evento compareceram cerca de duzentas crianças da vizinhança, que conheceram vários locais da Fazenda Hotel Projeto Portal. Elas também cantaram, brincaram no aerodisco e almoçaram com os dimensionais. Assistiram ainda uma palestra e aprenderam a plantar na Cidade (Complexo Turístico Ziguratz).

Neste seu convívio com as crianças os dimensionais evitaram referir aos seres e aos contatos, apesar da curiosidade das crianças neste sentido. Nesta ocasião o que eles procuraram “plantar” foi a “semente” de uma nova consciência, que “germinará” com certeza e que dará bons frutos.

Nesta festa de congraçamento as crianças não só receberam presentes como também manifestações de amizade e, “neste clima” a maioria não só queria ir embora, como também mostrou a intenção de voltar. Em relação aos dimensionais foi um momento muito especial, quando puderam colocar em prática o que estão aprendendo em relação à maneira de proceder com o publico externo, principalmente quando este público é constituído por crianças - pela geração que construirá a Nova Era.

Abaixo algumas imagens que registram momentos desta festa:







 


Expedição Brasil – Equipe Zigurats – México


A expedição do Projeto Portal à Península de Yucatan, Estado de Quintana Roo, no México, foi realizada com muito sucesso, atingindo em 95% os objetivos propostos. Participaram da expedição 87 pessoas, entre elas seis do núcleo da França, que se integraram totalmente com os demais.

Os participantes desta expedição visitaram as ruínas maias de Chichén-Itzá, onde está a pirâmide de Ku-Kul-Kan (nome de um dos principais deuses maias, conhecido como “serpente emplumada”). Ku-Kul-Kan ou o templo das Amazonas, representa o tempo, muito bem registrado em suas 18 plataformas, sendo 9 de cada lado da escada principal com o simbolismo da divisão do ano solar maia em 18 meses. A cada lado da escadaria principal há 26 baixos relevos, ou seja, 52 painéis por fachada que correspondem ao Ciclo Maia de 52 anos, uma parte do grande ciclo de 5.200 tuns (5.125 anos) entre os raios sincronizadores da galáxia central.

Em Chichén-Itzá foi também visitado também “El Caracol”, um observatório construído há mil anos com a cúpula arredondada idêntica aos atuais. A torre de El Caracol se assenta acima de quatro espirais, permitindo excelente visão do céu e da paisagem ao redor. Suas fendas ou “janelas” permitem a observação de Vênus, bem como o equinócio do por do sol. Os maias desenvolveram a aritmética de maneira que ela permitiu cálculos astronômicos com uma exatidão admirável. El Caracol foi cuidadosamente alinhado com os movimentos de Vênus.

A segunda visita foi a Tulum na Riviera Maia, também localizada na província de Quintana Roo, perto de Chichén-Itzá, com ruínas arqueológicas que são uma das mais importantes da região. Tulum tem na sua praia de areia branca e nos seus cenotes (poços naturais) como o de Angélica, o seu maravilhoso ambiente natural e seu principal patrimônio. A fundação desta cidade parece remontar ao ano 564 de acordo com algumas inscrições encontradas. No século XV chegaram os espanhóis e no século XVI ficou totalmente desabitada. Ali se encontra o farol que orientava a chegada dos navios maias por intermédio de um jogo de luz natural. Esta cidade era designada pelos maias pelo nome de Zamá, que significa cidade da aurora. Tulum é também uma palavra maia para barreira ou parede, o que se entende facilmente, pois a cidade encontra-se rodeada de espessa muralha protetora. Tulum é o terceiro sítio arqueológico do México mais visitado.

Aqui começou a ser escrito o Livro do Mundo, que dará continuidade à Bíblia após o Apocalipse. Este livro não substituirá a Bíblia, apenas continuará o que já foi escrito. O trabalho terá prosseguimento nos próximos meses.

A terceira visita foi às ruínas da cidade de Cobá, que teve seu apogeu em torno do ano 650. A população de Cobá se utilizava do porto de Tulum para as trocas de mercadorias efetuadas na região. Cobá é uma grande cidade pré-colombiana em ruínas da civilização maia, localizada no Estado de Quintana Roo, Península de Iucatã no México. A maior parte da cidade foi construída em meados do período clássico da civilização maia, entre os anos de 500 e 900 da nossa era. Após 1000, a cidade perdeu importância política, ainda que pareça ter conservado a sua importância simbólica e ritual, que lhe permitiu recuperar certa hierarquia entre 1200 e 1500, quando se construíram diversos edifícios já dentro do estilo “costa oriental”.

Cobá tem como principal monumento a pirâmide de Nohoch Mul ou o “Castillo”, com 42 metros de altura. Possui um observatório astronômico, um campo de jogos para o denominado jogo da bola e uma pirâmide pequena logo na entrada da zona arqueológica.

Os trabalhos realizados na pirâmide de Nohoch Mul em Cobá permitiram gerar a vibração de seres universais, aqueles que irão atuar na reconstrução do nosso planeta. Isso aconteceu quando a nave do GNA apareceu na cidade arqueológica de Cobá, emitindo diversos e diferentes flashes em vários pontos do céu, um fenômeno que foi visto também pelos guias turísticos que nos acompanhavam e pelos guarda-parques. Os guias Patrício e Sílvia foram autorizados pelos seres a chamar a nave do GNA e nos disseram que nunca viram nada semelhantes antes e que tiveram uma experiência inesquecível. Também foi gerada a energia para garantir a presença de Lilith e Emanuel em nossos trabalhos futuros.

A foto abaixo mostra os participantes desta expedição na base da pirâmide de Ku-Kul-Kan - o templo das Amazonas, janeiro de 2010.